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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

domingo, 24 de março de 2013

Sensibilidade ao glúten atinge um número de pessoas sete vezes maior do que a doença celíaca



Problemas de saúde relacionados ao consumo de alimentos com trigo, aveia, cevada e centeio não são sinônimo de doença celíaca – patologia autoimune que afeta o intestino delgado de adultos e crianças geneticamente predispostos e que é precipitada pela ingestão de alimentos com glúten. Há milhões de pessoas no Brasil e em todo mundo que, apesar de não terem diagnóstico de doença celíaca, apresentam alergia (ou sensibilidade) ao glúten sem saber. Estimativas apontam que a sensibilidade ao glúten afeta um número de pessoas entre seis e sete vezes maior do que a doença celíaca, cuja prevalência é de cerca de 1% da população.
O caso da carioca Solange Lins, 54 anos, é um exemplo de como a sensibilidade não diagnosticada ao glúten pode afetar a vida de uma pessoa por décadas. Cheia de problemas de saúde desde criança, ela procurou em 2010 a nutricionista funcional Noadia Lobão, depois de assistir uma palestra dela sobre problemas relacionados ao glúten. Na primeira consulta, ela contou que havia entrado na menopausa bruscamente, estava engordando, tomando antidepressivo e ainda assim se sentia muito prostrada. Também relatou problemas de vitiligo, tireóide, queda de cabelo, hipoglicemia, hipertensão e dor de cabeça.
A nutricionista desconfiou logo de que poderia haver relação entre os problemas relatados e o consumo de glúten. Assim, ela pediu que a paciente procurasse um médico de sua confiança para que este diagnosticasse se as causas de seus sintomas era a doença celíaca. O médico solicitou os exames exames, mas estes não acusaram a doença.
Como a paciente continuava a apresentar uma série de sintomas, principalmente cansaço, dor de cabeça, hipoglicemia reativa, problemas circulatórios e gastrointestinais, a Dra. Noadia, com o aval do médico, passou uma dieta sem glúten para Solange, e em menos de uma semana ela sentiu uma melhora de todos os problemas que há anos a incomodavam. Em um e-mail enviado para a nutricionista, ela diz: “substitui os alimentos e estou me sentindo muito bem, como não me sinto há não sei quanto tempo. Troquei, por exemplo, o pão pelo biju, pela mandioca; etc. Não estou sentindo falta de nenhum alimento”.
Alguns meses depois a nutricionista pediu que Solange voltasse a comer alimentos com glúten para que ela fizesse o exame genético de doença celíaca. Solange seguiu a orientação da Dra. Noadia, que desejava, juntamente com o médico, descartar de vez a possibilidade de ela ter a doença. Porém, dois dias depois de voltar a consumir glúten, a paciente começou a se sentir muito mal, como se sentia antes da dieta de restrição alimentar. Em e-mail enviado para a nutricionista, ela diz que acha que não vai aguentar esperar o exame. Solange pediu, então, a opinião do seu medico, que a aconselhou a suspender imediatamente o consumo de glúten. Desde então, tratada pela nutricionista functional e pelo médico homeopata, sem comer mais nada que contenha glúten, ela vem se sentindo bem melhor.
Abaixo, entrevista com Solange Lins:
Que problemas de saúde você apresentava antes de começar a excluir o glúten e perceber melhoras?
R: Tenho 54 anos e desde a adolescência venho sofrendo e buscando tratamento para uma série de doenças autoimunes como: constipação intestinal, diarreia, vitiligo, hipertireoidismo, alopecia, hipoglicemia, cistos, anemia, depressão, insônia, desânimo, entre outros.
Antes da orientação recebida no sentido de excluir o glúten, você tinha o hábito de incorporá-lo à alimentação diária?
R: Sim. O glúten sempre esteve presente na maioria das minhas refeições.
Ao longo de sua vida, desde a sua infância, o que os médicos falavam a respeito dos problemas que você apresentava? Nenhum deles chegou a suspeitar de sensibilidade ao glúten?
R: Eles sempre tratavam as doenças de forma isolada e nenhum suspeitou da sensibilidade ao glúten.
O que a levou a procurar uma nutricionista funcional? Foi por meio dela que você soube que o seu problema podia estar relacionado à ingestão de glúten?
R: Fui à Dra. Noadia Lobão depois de assistir uma de suas palestras, onde  ela falou de coisas que eu sentia e não conseguia melhorar com medicamentos. E foi por meio dela que descobri a relação dos meus problemas com o glúten. Com a maioria dos médicos nem toquei no assunto, pois os conhecia e sabia que não concordavam nem com a ingestão de suplementos receitados por nutricionista. Só falei com meu homeopata, que concordou com o diagnóstico e me apoiou.
Como foi a sua reação à dieta sem glúten?
R: Iniciei imediatamente o tratamento, pois precisava fazer algo para melhorar, não aguentava mais viver doente. Deixei de comer coisas que não vivia sem, como: bolos, pães, biscoitos, entre outros. Mas estava feliz por ter a esperança da melhora.
E hoje, como você está se alimentando? E como tem se sentido?
R: Hoje não como nada que contenha glúten, faço sempre substituições. Me sinto ótima, a indisposição que me acompanhava acabou, e a nutrição funcional passou a fazer parte da minha vida.

Fonte: http://noadialobao.wordpress.com/2012/01/19/sensibilidade-ao-gluten-atinge-um-numero-de-pessoas-sete-vezes-maior-do-que-a-doenca-celiaca/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Bolo Maravilhoso de Milho (receita sem glúten)

Bolo Maravilhoso de Milho (receita sem glúten)



Bolo Maravilhoso de Milho (receita sem glúten)

Essa receita é da amiga Claudia Peccini e foi postada por mim em setembro de 2006 no site Bemcomer.  Repeti a postagem em junho de 2011 no blog Culinária-Receitas com fotos e depoimentos de quem fez.  Desde então muitos sites copiaram esta receita. Uns colocam os créditos para o meu site o que agradeço muito e outros infelizmente não colocam os créditos.

Ingredientes

1 lata de milho verde, previamente escorrido
1 lata de flocos de milho pré-cozidos/Milharina ® (usar a lata do milho como medida)
1 lata de açúcar (usar a lata do milho como medida)
1 lata de leite (usar a lata do milho como medida)
1/2 lata de óleo (usar a lata do milho como medida)
1 colher (sopa) de fermento em pó
3 ovos
50g de coco ralado

Modo de Preparo:

Bater tudo no liquidificador e colocar em uma forma untada com margarina e polvilhada com os flocos de milho pré-cozidos (Milharina ® ).
Assar em forno pré-aquecido em temperatura baixa até corar e que enfiando um palito, ele saia sem massa grudada.

Dica: No lugar do leite eu coloquei leite de coco e adicionei com leite até completar a lata (medida). O bolo ficou ainda mais molhadinho.

Obs.: Os flocos de milho pré-cozidos da marca Milharina ® da Quaker não contém glúten.
Se você comprar outra marca, certifique-se que na embalagem do produto contenha a informação "não contém glúten". 


Fonte: http://www.maurorebelo.com.br/2011/09/bolo-maravilhoso-de-milho-receita-sem.htmlhttp://www.maurorebelo.com.br/2011/09/bolo-maravilhoso-de-milho-receita-sem.html

sábado, 9 de março de 2013

Cosméticos podem ter glúten..



Esse tipo de proteína está presente em muitos produtos de beleza e higiene, como batom e xampu. Um tipo específico de doença celíaca tem seus sintomas desencadeados pelo uso de itens com a substância.
Quem recebe o diagnóstico desse problema gastrointestinal sai do consultório do médico sabendo que, a partir desse momento, terá que riscar totalmente da dieta alimentos com glúten, uma proteína presente no trigo, na aveia, no centeio, na cevada e em seu derivado, o malte — além de qualquer receita que contenha algum deles. "Nos portadores de doença celíaca, a substância provoca danos na parede do intestino delgado, impedindo a absorção de nutrientes como vitaminas e água", explica Vladimir Schraibman, gastroenterologista e cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Por isso, se essas pessoas ingerirem glúten, mesmo que em pequenas quantidades, vão sofrer com diarreia crônica ou prisão de ventre, inchaço, flatulência, irritabilidade e pouco ganho de peso", conta Schraibman.
Mas existe uma turma de celíacos que segue à risca a restrição alimentar e, mesmo assim, de uma hora para a outra começa a apresentar erupções na pele que, a princípio, lembram picadas de inseto e em pouco tempo viram bolhas que ardem e coçam bastante. Em alguns casos, elas são acompanhadas pelos sintomas gástricos. "Trata-se de uma variante da doença celíaca chamada de dermatite herpetiforme e que também é desencadeada pela presença do glúten", explica Péricles Marques, presidente da Associação dos Celíacos do Brasil.
Pergunta: se esses indivíduos cortaram totalmente essa proteína do cardápio, como ela provocaria o quadro? "Por meio de cosméticos com ingredientes derivados da substância na sua formulação", responde a dermatologista Erica Monteiro, do Centro de Cosmiatria do Departamento de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Isso também pode acontecer com gente que nem desconfia que é intolerante e, assim, não faz nenhuma ligação entre o aparecimento das marcas na pele com o contato com o glúten. E muito menos com o uso desses produtos.
No entanto, mais difícil do que descobrir que essa molécula causa bolotas e afins na pele é saber em que cosméticos ela está presente. A proteína pode ser usada em fórmulas para o tratamento do corpo, do rosto, dos lábios e dos cabelos, mas os fabricantes nem sempre declaram de forma direta a presença dela e utilizam apenas uma nomenclatura muito técnica para descrever o que há dentro da embalagem. Foi o que descobriu um estudo realizado na Universidade George Washington, nos Estados Unidos, um dos trabalhos apresentados no último congresso do Colégio Americano de Gastroenterologia, realizado recentemente em Washington, também na terra do Tio Sam.
Os pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão depois de buscar a palavra glúten ou a expressão livre de glúten no site das dez maiores companhias de cosméticos do país. Além disso, procuraram dados sobre os ingredientes dos produtos em um site independente. A investigação revelou que apenas duas das empresas ofereciam informações detalhadas sobre o que é usado em suas fórmulas. E, mesmo assim, os experts não conseguiram identificar as fontes da proteína com a ajuda da web. Ou seja, se para os especialistas é um desafio saber em quais itens havia ou não glúten, imagine para os leigos.
O administrador de empresas carioca Wladimir Azevedo, de 40 anos, conhece bem a dificuldade de desvendar o rótulo de cosméticos. "Descobri que tenho dermatite herpetiforme em 2004, depois de passar por vários dermatologistas que sempre afirmavam que se tratava de uma psoríase e, por isso, me enchiam de corticoides", relata Azevedo. "Assim, do início dos sintomas até o diagnóstico correto se passou um ano", lembra. No início, ele, que antes de retirar a substância do cardápio sofria com alguns dos problemas gástricos da doença celíaca, teve dificuldade para se adaptar à restrição alimentar, porque se sentia constrangido ao ser convidado para jantar na casa de algum amigo. "Sem contar que muitas pessoas acham que isso não passa de um capricho ou uma dieta da moda." Hoje, Azevedo lida muito bem com a situação e até levanta a bandeira da causa. É praticante de triatlo de longa distância e criou o site www.triathlonsemgluten.com.

Falta Informação

Apesar de lidar bem com o seu diagnóstico e ter bastante conhecimento sobre a doença, Azevedo ainda tem dificuldade para encontrar cosméticos que não ofereçam riscos aos portadores de dermatite herpetiforme. "Como é muito complicado identificar a presença da substância na embalagem, muitas vezes apelo para tentativa e erro, o que não é nada bom", afirma. "Seria muito mais fácil se houvesse um alerta, como acontece com os alimentos." Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, de fato não há no país uma norma que regularize a forma como as empresas da área devem declarar o uso do glúten em seus produtos. "E os rótulos de cosméticos costumam ter seus ingredientes escritos em inglês", lembra a dermatologista Erica Monteiro.
Ao que tudo indica, infelizmente ainda parece existir um longo caminho até que os portadores da doença consigam escolher seus cremes, hidratantes e xampus sem correr o risco de apresentar os sintomas do mal. "No Brasil, os estudos sobre o assunto são praticamente inexistentes e sentimos dificuldade dos fabricantes para entenderem essa necessidade de informar se há glúten ou partículas de cereais em suas fórmulas", conta Lucélia Costa, presidente da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil. "Aqui, não existe nenhuma marca considerada totalmente segura para essas pessoas. Isso é uma pena, porque elas têm muita dificuldade para exercer a sua vaidade e são consumidoras fiéis daquilo que não oferece perigo", lamenta Lucélia.

O que é doença celíaca?

É causada por fatores hereditários. Em geral, se manifesta entre os 6 meses e o terceiro ano de vida, mas pode aparecer em qualquer idade. Ainda não existe um número oficial de portadores no Brasil, porém um estudo da Unifesp com adultos mostra que havia um celíaco para cada 214 moradores de São Paulo.

Fonte:Saúde.

sábado, 2 de março de 2013

Bolo de Frutas sem Açúcar ou Adoçante (vegana)

Bolo de Frutas sem Açúcar ou Adoçante (vegana) Obs.Para os gluten free vamos substituir  pela  farinha preparada


Ingredientes

500 g de frutas secas picadas: damasco, figo, passas e ameixa
1 xícara de suco de laranja
1 xícara de farinha de trigo
1/2 colher (sopa) de fermento em pó

Preparo


Hidrate as frutas no suco de laranja. Acrescente a farinha e o fermento e misture bem com as mãos. Despeje a massa em uma forma de teflon com fundo removível ou forre uma forma de bolo americano com papel antiaderente para cozinhar. Deixe assar em forno preaquecido por 1 hora em fogo baixo.

Fonte: Receita e foto do blog Dica Veggie



Para farinha preparada:
Numa vasilha ou pote
-3xic. de farinha de arroz
-1xic. de fécula de batata
-1/2 de polvilho doce 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sanduiche sem gluten

Hummmmmm parece uma delícia!!!
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Receita sem glúten! Você precisará apenas do microondas e de uma frigideira para fazer o “pãozinho”.

Ingredientes

  • 1 batata de tamanho médio
  • 2 colheres de sopa de polvilho doce
  • 1 colher de sopa de azeite extra virgem
  • 1 colher de chá de fermento químico
  • Sal a gosto
  • Rodelas de tomate a gosto
  • Orégano
  • Manjericão

Instruções de preparo

  • Leve ao microondas a batata descascada e cortada em rodelas com um pouquinho de água (umas 2 colheres de água) para cozinhar até que fique macia (uns 5 minutos). A água é apenas para não ressecar demais a batata.
  • Amasse a batata cozida e mistute o polvilho, o sal, o azeite e o fermento. Acrescente algumas colheradas de água aos poucos apenas para formar uma massa.
  • Com as mãos, faça duas bolinhas de mesmo tamanho com a massa. Achate as bolinhas com a palma das mãos (bom que fiquem na expessura de um dedo). Serão as duas fatias de “pão” do sanduiche.
  • Monte um sanduiche com as duas partes da massa, colocando no meio as rodelas de tomate, orégano e manjericão.
  • Coloque o sanduiche montado em uma frigideira antiaderente untada com azeite e em fogo baixo. Não deixe o sanduiche parado na frigideira, mova ele de um lado para o outro para não torrar logo.
  • Deixe o sanduichinho dourar dos dois lados e está pronto!
A massa antes de modelada com a mão...

A massa modelada e na frigideira...

Referências

Dica Veggie: www.dicaveggie.com/sanduiche-com-paozinho-rapido-de-batata/ Facebook: https://www.facebook.com/DicaVeggie

OVO DE PÁSCOA COM RECHEIO SEM GLÚTEN

gentém isso deve ser maravilhoso...hum  

Indico esse blog.É dez!!!

Obs:este é do blog http://artninha.blogspot.com.br/2012/03/ovo-de-pascoa-com-recheio-sem-gluten.html

http://artninha.blogspot.com.br/2012/03/ovo-de-pascoa-com-recheio-sem-gluten.html

Receita de Ovo de páscoa sem glúten com recheio de trufa de maracujá




Ingredientes
  • 500 g de chocolate em barra sem glúten
  • Fôrmas para ovo de 100 g
Recheio
  • 1 lata de creme de leite sem soro
  • 1 colher (chá) de manteiga ou margarina
  • 2 colheres (chá) de mel
  • 500 g de chocolate branco sem glúten
  • ½ xícara (chá) de suco de maracujá concentrado(aquele da garrafinha)
Modo de preparo
  • Para a trufa, leve ao fogo mais baixo possível, sem parar de mexer, o creme de leite, a manteiga e o mel.
  • Quando ferver, tire do fogo e junte o chocolate,mexendo até derreter.
  • Junte o suco de maracujá e misture bem.
  • Deixe esfriar e leve gelar por 30 minutos.
  • Derreta o chocolate da casca em banho-maria.
  • Espalhe a primeira camada com o pincel em cada uma das formas e leve na geladeira por 2 minutos.
  • Faça outra camada e volte à geladeira por mais 2 minutos.
  • Com uma colher, preencha a cavidade com a trufa de maracujá em todas as metades lembrando de não atingir a borda.
  • Cubra com o chocolate derretido e leve gelar por aproximadamente 20 minutos ou até o chocolate ficar opaco.
  • Desenforme e embrulhe como desejar. 
Rendimento: 5 ovos de 100g 



Dicas:
Video para visualizar como e´facil manipular  a forma de silicone
 

  •  hoje em dia tem marcas que não precisam do choque termico,voce pode também derreter a metade do chocolate e acrescentar o restante e mexer até q fique liso,assim dando o choque termico sem fazer sujeira.
  •  gosto da marca Mavalério meio amargo,ótimo para manipular.
  • também já tem no mercado formas de 3 partes de silicone,usa-se o chocolate derretido na marca indicada na forma,sem desperdicios e fica com cara de industrial,lisinhos,sem contar que não é preciso ir e vir na geladeira.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ânsias, obesidade e consumo de glúten

 Fonte http://gluteneobesidade.wordpress.com/gluten-e-compulsao-alimentar/

Dr. Ron Hoggan
Este artigo foi publicado na edição Celiac.coms Scott-Free Newsletter /Celiac.com
 Com a palavra, o Dr Ron Hoggan:
O aumento do consumo de glúten, de acordo com o Dr. Michael Marsh, aumenta o risco de sintomas da doença celíaca.Esses sintomas podem até não indicar doença celíaca,mas refletem algumas realidades biológicas. Alimentos em grãos simplesmente não oferecem os nutrientes necessários à saúde e podem causar danos ao corpo humano. Segundo a USDA e Canadá Food Guides, se há consumo excessivo de grãos (contendo glúten) esses indivíduos podem desenvolver os sintomas da doença celíaca (mas na maioria dos casos, sem o diagnóstico da lesão intestinal). A ligação entre os distúrbios alimentares e doença celíaca é bem conhecido e bem documentado. Assim, a dinâmica de trabalho na doença celíaca pode oferecer uma visão mais ampla no campo da obesidade, especialmente entre aqueles que comem os alimentos recomendados, as quantidades diárias de derivados do grão, enquanto tentam manter o peso comendo alimentos com baixo teor de gordura.
A característica primária que define a doença celíaca é o glúten induzido por danos ao vilos da mucosa intestinal. A má absorção de vitaminas e minerais é bem conhecida no contexto da doença celíaca, que não deve surpreender que alguns pacientes celíacos também desenvolverem alergias. Outros pacientes com doença celíaca comem quantidades excessivas de alimentos, (compulsivos?) associada a uma falha simultânea para ganho de peso. Ainda um outro, talvez o maior, grupo de pacientes celíacos se recusam a comer (Pode-se perguntar porque não comem, porque comer os faz sentir-se muito mal, por isso passam a evitar o alimento).
O grupo mais negligenciado é nem por isso menor são os obesos. O Dr. Dickey descobriu que a obesidade associada a doença celíaca é mais comum do que se sabia antes. Ela está presente em doentes não tratados.
Quando pesquisei no Medline, nos termos “obesidade” e “doença celíaca” apareceram 75 citações. Um tema repetido nos resumos e títulos era de que a doença celíaca é geralmente negligenciada em pacientes obesos porque mesmo que a obesidade na doença celíaca possa ser comum, o diagnóstico parece ser incomum. Dados os fatos,certamente acredito que em alguns norte-americanos a obesidade possa ser explicada pela doença celíaca não diagnosticada.Contudo, essa é apenas uma pequena parte no “jogo” da obesidade, e suspeito que a doença celíaca pode oferecer um padrão para a compreensão de grande parte da obesidade, que está varrendo o continente.
Um exemplo: uma mulher diagnosticada pelo Dr. Joe Murray quando estava na Universidade de Iowa, pesou £ 388 (125.324 kg) no diagnóstico.
O Dr. Murray explicou sua situação como um excesso de compensação por sua má absorção intestinal. (como foi dito, leva-se em conta o grau de ansiedade dos doentes, ansiedade pode levar à compulsão alimentar e obviamente, à obesidade. Nota RR)
Como mencionado anteriormente, o consumo do glúten irá evidenciar alguns sintomas da doença celíaca. Se os danos em grande escala de consumo de glúten das vilosidades intestinais, mas em menor grau do que é geralmente necessária para diagnosticar a doença celíaca, a absorção de gordura será comprometida. Deficiências em ácidos graxos essenciais são uma conseqüência provável.
A resposta natural a essas deficiências é a compulsão por comida, apesar de ter absorvido calorias suficientes.
Quando a ingestão de calorias é muito grande, estas, serão armazenadas como gordura corporal. A necessidade de comer continua a ser impulsionada pelo desejo de gorduras essenciais. Devido ao glúten pela interferência com a absorção de gordura, o consumo de quantidades crescentes de alimentos pode ser necessário para a absorção de ácidos graxos essenciais adequados. Para agravar o problema, a produção de glucagon no pâncreas será reduzido, comprometendo a capacidade do indivíduo para queimar essas gorduras armazenadas, enquanto as células continuam a exigir mais gorduras.
O não aconselhamento médico correto também contribui para o problema. O “mantra” de Reduzir gordura a todo custo,continua a ecoar nos escritórios dos profissionais de saúde, apesar de um corpo crescente de resultados de pesquisas discordarem. Recentemente, os resultados de um estudo poderoso, de oito anos com quase 49.000 mulheres mostraram pouca diferença entre a saúde das mulheres de baixo consumo de dietas ricas em gordura quando comparados com aqueles que consomem dietas normais.  Alarmante, esta dieta com baixo teor de gordura, parece ter resultado em ganho de peso, um fator de risco bem reconhecido para uma variedade de doenças.
Para alguns de nós, este resultado era previsível. O resultado provável de uma dieta baixa em gordura é um aumento da ingestão de hidratos de carbono enquanto os desejos de comida são alimentados por uma deficiência de ácidos graxos essenciais. Pelo meu conhecimento do problema este excesso calórico combinado com a deficiência de ácidos graxos essenciais, devido à má absorção de gordura nas microvilosidades é preciso outra intervenção que não a dieta de baixo teor de gordura. Esta é exatamente a receita errada. Muitas pessoas obesas estão condenadas a uma vida cada vez mais comprometida. Depressão, doenças auto-imunes, e aumento ainda maior do seu peso corpóreo.
No final, quando essas pessoas morrem com ataques cardíacos, derrames, ou alguma catástrofe semelhante, a explicação comum acaba sendo a falta de força de vontade.
Vi minha mãe ganhar peso por 35 anos. Eu a vi tentando ter sempre mais força de vontade além da própria capacidade, muito além da maioria das pessoas. Ainda assim, ela não resistia e comia compulsivamente. Eu a vi tirar algo do congelador e mastigá-lo, apesar de concordar que tinha acabado de comer uma refeição muito grande e deveria se sentir satisfeita.
Em dezembro de 1994,fui diagnosticado com a doença celíaca. Segundo os especialistas nesta área, a minha mãe também deveria ter sido convidada para o teste, no entanto o médico recusou-se a testá-la. Com persistência e uma fé inabalável nas palavras de seu filho,minha mãe conseguiu sensibilizar o médico que aceitou fazer o teste (depois de meses de negociação) anti-gliadina.Apesar do fato dela já estar em uma dieta sem glúten, seus níveis de anticorpos eram elevados.
 Ela nunca buscara por um diagnóstico de biópsia e o EMA e tTG não estavam disponíveis aqui no Canadá na época. No entanto, ela ficou em uma dieta sem glúten nestes últimos sete anos. Perdeu um peso considerável e ficou bem. Ela estava lutando contra um instinto tão básico que poucos de nós poderia ter resistido. Isso, penso eu, é a história por trás de grande parte da obesidade norte-americana. O consumo excessivo de glúten, em cada refeição, além da mania do baixo teor de gordura que foi promulgada em todo o país está resultando em dano intestinal e uma deficiência generalizada em gorduras essenciais entre os norte-americanos.
Ron Hoggan é autor, professor em diagnóstico de doença celíaca, que vive no Canadá. Seu livro “Grãos Dangerous” pode ser encomendado na http://www.celiac.com. Página da Web: www.DangerousGrains.com

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quais são os sintomas mais comuns da doença celíaca?

 Dica de site da amiga Gui Driuzo

 

Fonte site em inglês:http://glutenintoleranceschool.com/gluten-intolerance-symptoms/

Porque é difícil de testar de forma conclusiva, muitas pessoas serão diagnosticadas com base em uma ampla variedade de exames e observações. Os sintomas mais comuns são problemas gastrointestinais (ou desconforto gastrointestinal), tais como diarréia, flatulência, gás e inchaço. Outros sintomas podem incluir dor nas articulações, dor de cabeça e fadiga, mas muitos outros sintomas periféricos pode também conduzir a um diagnóstico da doença celíaca ou não-celíaca sensibilidade ao glúten, tais como ataxia de glúten . (Eu não quero fazer com que todos a leitura desta paranóia assim ao longo do tempo este site vai fornecer uma ampla gama de ensaios sobre diferentes maneiras de se ter vindo para avaliar sintomas de intolerância ao glúten).
Tenha em mente que, atualmente, existem cerca de 250 ou mais sintomas relacionados à intolerância ao glúten ou doença celíaca e muitos desses sintomas podem se sobrepor com outras doenças e condições. Enquanto você vai ver muitas vezes os sintomas da doença celíaca, tais como prisão de ventre, gases, diarréia, inchaço, fadiga e dor nas articulações mencionados como os sintomas da doença celíaca mais comuns, tenha em mente que tais sintomas podem ocorrer com dezenas de outras doenças e enfermidades também. Sempre consulte um profissional médico em vez de tentar diagnosticar a si mesmo. Em alguns casos, estes podem se manifestar como sintomas da doença celíaca silenciosos e não são diagnosticados por ano.
Alguns acreditam que a forma mais precisa para identificar e diagnosticar a sua situação é a utilização de uma dieta de eliminação, uma dieta rigorosa em que você elimina completamente glúten e todos os alimentos que contêm glúten por um período significativo de tempo, então o uso cuidadoso de manutenção de registros e de observação para comparar seus sintomas antes do período de eliminação para seus sintomas após o período de eliminação.
Mas dietas sem glúten pode ser difícil para os não iniciados, os médicos muitas vezes assim como para avaliar a condição de um paciente completamente antes de prescrever uma dieta sem glúten. Mais importante, no entanto, se você remover este composto de proteínas frustrante de sua dieta por uma quantidade significativa de tempo, o seu médico terá dificuldade para testar a sua doença celíaca sprue porque seu corpo não pode ter os anticorpos desencadeados pela nossa proteína favorito, pelo menos tóxico.
Por isso, é importante que você discuta alergia e intolerância testes com o seu médico antes de tentar isolar os seus sintomas com qualquer tipo de dieta de eliminação.

Quais são os sintomas intolerância ao glúten?

Fonte em inglês: http://glutenintoleranceschool.com/gluten-intolerance-symptoms/

Ele pode ajudar você a ter uma forma mais sucinta intolerância ao glúten lista sintomas. Vou tentar dar-lhe uma aqui, mas tenha em mente como há mais de 250 sintomas documentados de uma sensibilidade ao glúten e sua manifestação varia muito de pessoa para pessoa. Com esta lista eu acho que eu tenha isolado ambos os sintomas mais comuns e os sintomas mais importantes que você deve saber sobre a direita afastado. Alguns sintomas são raros e até mesmo um contra-senso (por exemplo, intolerância ao glúten e ganho de peso vai na contramão do que a maioria dos médicos de esperar). Por favor, deixe-me saber se você sentir que eu perdi algo óbvio ou importante.
  • Distensão abdominal
  • Dor abdominal e cólicas
  • Bouts alternados de diarréia e constipação
  • Anemia
  • Artrite
  • Transtorno de Déficit de Atenção (DDA)
  • Inchaço (ver Inchaço intolerância ao glúten )
  • Perda de densidade óssea
  • Borborygmi (estômago roncando)
  • Prisão de ventre (ver Prisão de ventre doença celíaca )
  • Crescimento atrofiado e déficit de crescimento
  • Ansiedade, depressão e irritabilidade (ver Depressão celíaca )
  • Dermatite herpetiforme
  • Diabetes
  • Diarréia
  • Fadiga
  • Sintomas baixos de ferritina
  • Flatulência fétida
  • Fezes fétidas
  • Glúten de Ataxia
  • Fezes cinzentas
  • Perda de cabelo (alopecia)
  • Dores de cabeça e enxaquecas
  • Hipoglicemia
  • Infertilidade (ver intolerância ao glúten e Gravidez )
  • Dor nas articulações
  • Artrite Idiopática Juvenil
  • A intolerância à lactose
  • Feridas na boca ou úlceras na boca
  • Náusea
  • Dormência ou formigamento nas mãos do paciente e pés
  • Osteoporose
  • Neuropatia periférica (incluindo ou formigamento ou uma sensação de inchaço seus dedos do pé e dedos)
  • Doença de Sjogren
  • Esteatorréia (lipídios elevados nas fezes, que podem causar as fezes para flutuar)
  • Dentes e problemas de gengiva
  • Síndrome de Turner
  • Deficiências de vitaminas e minerais
  • Vómitos
  • A perda de peso inexplicada
  • Urticária
Espero que esta lista intolerância ao glúten ajuda a você, mas, novamente, não tente diagnosticar a si mesmo com uma lista que você encontra na Internet. Sempre consulte um profissional, pois esta é uma condição muito séria. Para obter uma lista mais focada projetado para ajudar você a trabalhar com o seu médico para diagnosticar um possível caso de doença celíaca, usar a minha doença celíaca Checklist sintomas .

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Falta de informação dificulta dieta de portadores da doença celíaca Alimentação sem glúten é o único tratamento possível

Falta de informação dificulta dieta de portadores da doença celíaca Tadeu Vilani/Agencia RBS
Celíacos têm intolerância permanente ao glúten Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
Cândida Hansen
Os portadores da doença celíaca enfrentam desafios diários para manter o único tratamento que garante a sua qualidade de vida. Mas esses desafios não têm nada a ver com custos elevados de alguma medicação ou com reações indesejadas por causa da ingestão de alguma droga. O grande inimigo do celíaco é a falta de informação da sociedade.
A doença celíaca se caracteriza pela intolerância permanente ao glúten, uma proteína que está presente no trigo, no centeio, na cevada, na aveia e no malte, e o único tratamento possível para essa patologia é o não consumo de nenhum desses produtos e nem de seus derivados. Mas, para isso, mais que uma enorme força de vontade para resistir a diversas tentações como pães, massas ou bebidas alcoólicas, é necessário ter certeza que o alimento que será consumido está mesmo livre de glúten. E isso, muitas vezes, é mais difícil que parece.
Para evitar o consumo de glúten e manter o tratamento contra a doença, a presidente da Associação dos Celíacos do Brasil/RS (Acelbra), Ana Paula Carneiro Monteiro, optou por eliminar as idas semanais aos restaurantes com a família.
— Eu acabava me incomodando, me constrangendo, saindo mal. Se você fala que tem intolerância ao glúten ou que é celíaco, ninguém sabe o que é. Se fala que é alérgico, as pessoas acham que é frescura.
Esse constrangimento sentido por Ana Paula é comum entre os celíacos. Isso porque não basta escolher os alimentos que não contem glúten em sua composição, é preciso questionar também sobre o preparo desses alimentos.
— Quando vou a um restaurante e quero comer um arroz, por exemplo, tenho que perguntar se ele foi feito na mesma cozinha que um bolo com farinha de trigo, porque o glúten no ambiente contamina os outros alimentos. Tenho que questionar sobre os temperos, o forno, os utensílios. Tudo isso pode contaminar os produtos e causar alguma reação, especialmente nas pessoas mais sensíveis — declara Ana Paula.
Além do cuidado ao alimentar-se fora de casa, o celíaco também precisa ficar atento aos produtos que compra no supermercado. Apesar da Lei nº 10.674/2003, que obriga a informação sobre a presença de glúten em todos os produtos alimentícios comercializados, diversos alimentos industrializados, como embutidos e molhos prontos, possuem farinha em sua composição e podem ser perigosos para os celíacos.
— Nenhum portador da doença obedece a dieta, mas não é porque eles não querem obedecer, é porque eles consomem glúten sem saber — afirma a gastroenterologista e professora da UFRGS, Themis Reverbel.
Com tantas restrições, a qualidade de vida do celíaco depende muito da informação, que vai desde dados sobre a composição e o preparo dos alimentos até a conscientização das pessoas, que não conhecem a doença e suas implicações.
— A solução para o convívio do celíaco é o mundo ter essa informação, para que as pessoas tenham um pouco mais de cuidado. Os celíacos, hoje, estão mal assistidos, mal orientados e mal cuidados — afirma Ana Paula.
O que a doença celíaca

Inicialmente, pensava-se que a doença celíaca era uma enteropatia do aparelho digestivo. Hoje, já se sabe que ela é mais ampla: trata-se de síndrome de má absorção que está ligada a defeitos estruturais e funcionais do aparelho digestivo, especialmente do intestino delgado. A doença celíaca é considerada uma desordem autoimune, na qual o organismo ataca a si mesmo, caracterizada por uma intolerância permanente ao glúten.
Sintomas
Os principais sintomas da doença celíaca clássica são a diarreia crônica ou a prisão de ventre, inchaço, flatulência, irritabilidade e desenvolvimento insuficiente entre as crianças. A doença também pode ter outras manifestações que, aparentemente, não estão relacionadas a ela como a osteoporose precoce, a anemia e até a infertilidade, tanto masculina quanto feminina.
Tratamento
O único tratamento possível para o portador da doença celíaca é dietoterapia, ou seja, o não consumo de qualquer alimento que contenha glúten.
Diagnóstico
A doença celíaca pode levar anos para ser diagnosticada. Há exames de sangue capazes de identificar anticorpos que são bastante eficazes, porém ainda insuficientes. Após os exames, é necessário também a realização de endoscopia com biópsia e, de acordo com o resultado, o paciente passa por um acompanhamento e a realização de novas biópsias para o diagnóstico definitivo.
Grupos de risco
A doença celíaca é hereditária, é preciso uma predisposição genética para ser portador. Somando essa predisposição ao consumo de alimentos com glúten, a doença manifesta-se.
BEM-ESTAR

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/12/falta-de-informacao-dificulta-dieta-de-portadores-da-doenca-celiaca-3988335.html

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Autoteste para Sensibilidade ao Glúten

Autoteste para Sensibilidade ao Glúten


Autoteste para a Doença Celíaca/ Sensibilidade ao Glúten não-celíaca



Identifique os sintomas que se aplicam a você:

Digestivo
-Desejo de comer coisas feitas com trigo
-Barriga estufada / Gases
-Síndrome do Intestino Irritável
-Refluxo ácido
-Prisão de ventre
-Diarréia
-Falta de apetite
-Problemas de peso
-Anemia ferropriva
-Indigestão
-Náusea


Neurológico
-Dores de cabeça
-Enxaqueca
-Problemas de memória
-Confusão mental
-Falta de concentração
-TDAH ( déficit de atenção / hiperatividade )
-Dores articulares e / ou dores musculares
-Ataxia
-Fibromialgia


Hormonais
-Fadiga
-Problemas de sono
-Depressão
-Ansiedade
-Irritabilidade
-Mudanças de humor
-Problemas menstruais
-Infertilidade masculina e feminina e / ou aborto
-Problemas de tireóide
-Osteoporose ou osteopenia (você ou na sua família)


Sistema Imune
-Você tem infecções facilmente
-Congestão nasal
-Asma
-Erupção cutânea
-Eczema
-Psoríase
-Elevação das enzimas hepáticas (transaminases)
-Artrite, qualquer tipo - em você ou sua família
-História de câncer - você ou sua família
-Doença auto-imune, como diabetes, esclerose múltipla, Lupus - você ou sua família
-Doença celíaca - você ou sua família



  • Se você marcou 1-3 sintomas: a sensibilidade ao glúten pode estar desempenhando algum papel em seus problemas de saúde. 
  • Se você marcou 4-7 sintomas: há uma possibilidade concreta de que você esteja sofrendo de sensibilidade ao glúten. 

  • Se você marcou 8 ou mais sintomas: a probabilidade é forte de que a sensibilidade ao glúten está tendo um efeito negativo sobre sua saúde.


Se assim for, você não está sozinho.


O que você deve fazer agora?

Vamos discutir as duas condições possíveis que podem estar afetando a sua saúde: a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.

Para definir os nossos termos, usaremos o termo " intolerância ao glúten " como um termo abrangente que inclui tanto a doença celíaca e sensibilidade ao glúten.

A doença celíaca é uma das doenças mais comuns ao longo da vida na Europa e nos Estados Unidos. 1% da população sofre e esse percentual aumenta com a idade de quatro vezes a 4%, tornando-se extremamente comum.

Alguém poderia pensar que uma desordem comum foi bem diagnosticada em um sistema médico avançado como o nosso. Infelizmente isso não é verdade em todos os casos. Apenas 5 - 10% de todas aquelas pessoas que sofrem da doença são diagnosticados. E para adicionar outros dados, aquelas pessoas que são diagnosticadas, levam em média cerca de 10 anos para receber seu diagnóstico.

Por que a maioria dos Celíacos permanecem sem diagnóstico?

Há algumas respostas possíveis:
• Vivemos em uma sociedade impulsionada po remédios, que gosta de engolir uma pílula e fazer com que os sintomas desapareçam. A doença celíaca pode ser tratada somente com uma mudança na dieta e não é fácil. Não há nenhum remédio para fazer os sintomas da doença celíaca desaparecerem.

• Os médicos neste país não estão focados na dieta e estilo de vida. Eles não gostam de dizer aos seus pacientes para fazer mudanças na dieta. Eles são treinados para dar os medicamentos que fazem o seu paciente "sentir-se" diferente rapidamente.

• As empresas farmacêuticas neste país financiam mais de 70% de toda a pesquisa realizada. Com dieta sendo a única "cura" para a doença celíaca que conhecemos, definitivamente não é uma doença que as empresas farmacêuticas queiram gastar muito tempo e dinheiro pesquisando.

• O teste que tem sido usado como o "padrão ouro" para a doença celíaca ( endoscopia digestiva alta com biopsia) não é muito sensível. Isto significa que muitas pessoas dizem que o glúten não é o seu problema quando ele É. O teste, uma biópsia intestinal, exige que haja uma quantidade tremenda de danos nas paredes do duodeno para dar positivo.

• Os médicos são tradicionais em suas práticas e só recentemente se tornou evidente como a doença celíaca é comum. A maioria deles foram treinados, erroneamente, que a doença celíaca é rara e que os pacientes apresentam sintomas de dor abdominal, diarreia grave e perda de peso. Sabe-se agora que a maioria dos pacientes com doença celíaca não terá sintomas, mas mudar a forma como os médicos pensam é coisa que ocorre lentamente.

Causas à parte, os fatos permanecem os mesmos - mais de 90% das pessoas que sofrem de doença celíaca - uma doença comum - permanecem sem diagnóstico e com sofrimento.

O que é sensibilidade ao glúten?

Sensibilidade ao glúten é uma condição muito comum que afeta de 8 a 40 vezes mais pessoas do que aqueles afetados pela doença celíaca. Então, por que "todo mundo" não sabe sobre isso? Porque só recentemente é que foi admitido que legitimamente isso existe.

Na verdade, quando Petersen escreveu "O Efeito Glúten" em 2009, afirmou informações sobre glúten que não eram de todo aceitas pela comunidade celíaca e investigadores de renome. Na verdade, no momento da sua publicação, o pensamento predominante era que aqueles que "pareciam" estar reagindo ao glúten, mas que não tinham a doença celíaca, provavelmente estavam equivocados e talvez sofrendo de um "efeito placebo" de algum tipo.

Que diferença poucos meses podem fazer! Até o final de 2009 e que continuou em 2010 e 2011, resultados de pesquisas cada vez mais têm demonstrado que a sensibilidade ao glúten não é apenas uma condição muito real, mas que está afetando a saúde de milhões de pessoas inocentes de todas as idades.

Sensibilidade ao glúten não-celíaca é muito mais comum do que a doença celíaca.

Embora as estimativas variem, a incidência de sensibilidade ao glúten em nossa população parece estar em algum lugar entre 8% e 40%. Por que a grande variação? Só recentemente começaram a ocorrer pesquisa sobre a sensibilidade ao glúten.

Como um exemplo de quanto tempo pode demorar para se obter um conjunto de informações sobre uma doença, a pesquisa sobre a doença celíaca vem ocorrendo há décadas, mas demorou até 2010 para descobrir que a incidência de celíacos na verdade aumentou com a idade a partir de 1% a 4 %.

Este é um aumento de 400% em uma doença que foi pensada para ser puramente genética - o que significa que nasceu com ela ou você não é.

Foi um enorme avanço para descobrir que fatores dietéticos e de estilo de vida, além de um gene para a doença celíaca, foram necessários para "ligar" o gene que produz uma intolerância ao glúten.


traduzido pelo Google: http://www.healthnowmedical.com/am-i-gluten-sensitive/

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Desfrutar dos benefícios de uma dieta livre de glúten

Desfrutar dos benefícios de uma dieta livre de glúten

Gluten-Free Diet Recipes A dieta sem glúten tem crescido em popularidade principalmente devido ao número de pessoas diagnosticadas com a doença celíaca a cada ano. Um simples teste de sangue pode detectar anticorpos sugestivos de doença celíaca, mas este não é o fim da linha. Algumas pessoas recebem uma falsa leitura negativa. De qualquer maneira, uma biopsia intestinal é necessária para diagnosticar a doença.
A dieta sem glúten tem crescido em popularidade entre aqueles que não têm a doença celíaca. Enquanto a maioria das pessoas que não têm reações clinicamente documentados ao glúten não completamente evitá-lo, os benefícios de seguir a maioria das restrições de dieta pode ser surpreendente.

Por que aqueles com doença celíaca Vá sem glúten

Uma dieta livre de glúten estrita significa que não aveia, trigo, centeio, cevada, malte ou aromas, e tudo de molho de soja a frango frito está fora dos limites por causa de um pouco de proteína. Quando as pessoas que foram diagnosticadas com a doença celíaca seguir esta dieta, que muitas vezes experimentar alívio dos sintomas como desconforto intestinal, diarréia, fadiga esmagadora, e cãibras musculares. Para estes indivíduos, é importante ser cauteloso com a preparação de alimentos e comer fora é muitas vezes mais problemas do que vale a pena.
Todos os utensílios, pratos e superfícies utilizadas na fabricação de alimentos sem glúten tem de ser cuidadosamente limpos, sanitizados, e separada da área de preparação principal a menos que o restaurante é uma facilidade sem glúten dedicado. Felizmente, essas limitações estritas de não se aplicam a pessoas que só querem tentar uma dieta saudável.

Sem glúten Benefícios para qualquer um

Baseando a sua dieta fora do fenômeno sem glúten pode ser genuinamente saudável e pode beneficiar os seus níveis de colesterol, digestão, e nível de energia. Você não tem que se preocupar com as coisas pequenas como o molho de soja e aromas de malte, mas se você evitar os principais bandeiras vermelhas na dieta livre de glúten, você só pode começar a se sentir saudável. Por exemplo, você teria que evitar tudo o que está frito por causa da farinha de rosca, o que lhe permitiria evitar o óleo e gordura, também.
A maioria das sobremesas seria fora dos limites, diminuindo sua ingestão de açúcar e gordura. No entanto, os grãos saudáveis, como arroz e milho ainda estaria na mistura, dando-lhe os carboidratos que seu corpo precisa. Com muitos dos amidos over-processados ​​retirados de sua dieta, você seria provável para começar a comer mais frutas, legumes, carnes e laticínios, além de grãos saudáveis. Você também seria desistir alimento mais rápido (não pode ter esses pães), exceto para saladas, ajudando a evitar ainda mais gordura, gordura e óleo, mas você poderia manter batatas fritas na lista de alimentos deliciosamente insalubres você ainda ser autorizados a comer. No geral, você poderia consumir alimentos menos lixo e mais alimentos frescos, que é uma maneira saudável para ninguém comer.

Fonte: http://www.hivehealthmedia.com/enjoying-benefits-gluten-free-diet/

Usei o tradutor do Google ,pois o texto e link está em inglês 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

sábado, 1 de setembro de 2012

Sobre doença celíaca e sensibilidade ao glúten:





7 piores erros que cometem as pessoas com doença celíaca e sensibilidade ao glúten
01 DE SETEMBRO DE 2012 POR JAQUI KARR

Tradução Google / Adaptação : Raquel Benati

Erro 1: Ouvir a pessoa errada para um conselho.
O glúten é um tema quente no mundo da alimentação e saúde e todo mundo quer se ver dentro como algo maravilhoso, mas o que vemos é que eles não estão fazendo a lição de casa corretamente. Tanto Médicos como blogueiros comuns, lêem um artigo ou dois na internet e, em seguida, começam a re-tweet, re-post, re-espalhar a má informação que viram.

A mídia social torna essa "síndrome de desinformação" muito fácil. Em poucos segundos que algo é twittado, alguém pode transmitir para milhões de pessoas em dezenas de modalidades. A parte mais perigosa é que, quando alguém busca informações, continua vendo a mesma informação várias vezes (inclusive por postagem de médicos ), então eles assumem naturalmente que a informação é exata. Na maioria das vezes, não é!

ERRO 2: Pensar que a doença celíaca e sensibilidade ao glúten são a mesma coisa.
As pessoas que têm a doença celíaca são intolerantes ao glúten, mas você não necessariamente tem que ter doença celíaca para ser sensível ao glúten. A comunidade médica agora mesmo tem um nome diferente para isso: NCGS (não-celíaca sensibilidade ao glúten). Ambos levam a problemas de saúde graves e maiores taxas de mortalidade.

Erro 3: Comparando Sensibilidade ao glúten/ Doença celíaca com alergias comuns.
A doença celíaca não é como leite ou intolerância a marisco. Reação ao glúten não significa que seus lábios inchar durante algumas horas após a ingestão de glúten ou ter uma cãibra no estômago por uma hora ou que provoca uma degeneração grave de sua vida na Terra e que o tempo será menor do que seria se o glúten naturalmente não estivesse envolvido.

Erro 4: Pensando que é uma doença que aparece durante a noite.
Doença Celíaca permanece em fase de silêncio por anos (que é onde você quer mantê-lo para sempre!) Você não "pega" a doença celíaca ou NCGS da mesma maneira como você se envenena com salmonela. O glúten está lá, persistente, inflamando, fermentando e matando você lentamente. E pode ser parado!

Erro 5: Aceitar que "sem glúten" nos rótulos, na verdade, significa sem glúten.
"Certificado que é sem glúten "não necessariamente significa que o alimento é LIVRE de glúten. Da mesma forma que "fat-free" não significa realmente mais livre de gordura. Advogados espertos, enormes lacunas legais, e mega fabricantes de alimentos ligados ao governo é o que tornam isso possível. E é a razão que celíacos costumam dizer "mas eu estou comendo sem glúten, por que não me sinto bem, por que eu não estou ficando melhor?"

ERRO 6: Comparando outros sintomas para Celíaca ou listas online e descartando-a.
Sua reação será tão única quanto sua impressão digital. Para alguns, atinge seu sistema glandular e têm problemas de tireóide e está lidando com a obesidade - não há cólicas e inchaço em nenhum lugar à vista. É diferente para todos. Não cometam esse erro comum de ir online e afastar a doença celíaca ou não-celíaca sensibilidade ao glúten só porque os sintomas que estão sofrendo são diferentes do que você encontrar online. Você não quer esperar até que seus exames mostrem câncer ou uma infinidade de outras doenças que são muito piores.

Erro 7: Resultados negativos do teste de sangue de confiança (antitransglutaminase) que não envolvem exames de DNA.
Se você testou negativo através de exame de sangue, saiba que ele não é tão preciso como a forma de testes genéticos. Em média pode demorar 11 anos para diagnosticar celíaca ou ficar mal diagnosticada. Você pode fazer o teste genético para a doença celíaca e testes anti-corpo específicos (com um médico que entenda bem das desordens causadas pelo glúten) para verificar a não-celíaca sensibilidade ao glúten.

Com a informação certa, você pode evitar se tornar a próxima vítima do glúten.
http://www.hivehealthmedia.com/7-worst-mistakes-people-make-with-celiac-disease-gluten-sensitivity/
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Trigo sarraceno não contém glúten da Folha de S.Paulo

As aparências enganam também no mundo da culinária: apesar do nome e do aspecto de suas sementes, o trigo sarraceno não guarda parentesco algum com o trigo ou com outros cereais. Da mesma família do ruibarbo e da bardana, essa planta rústica é cultivada há tempos como substituta do arroz e do trigo verdadeiro.

Maria do Carmo/Folha Imagem
"Soba" de legumes é feita com trigo sarraceno que não contém glúten
"Soba" de legumes é feita com trigo sarraceno que não contém glúten
"Crescendo rapidamente mesmo em condições desfavoráveis, é mais usada em regiões de clima frio ou solo pobre", explica Alan Davidson, na enciclopédia "The Oxford Companion to Food".
Nativo da Ásia, o trigo mouro ou preto, como também é conhecido, foi por séculos alimento para os japoneses que moram em regiões montanhosas do país. Hoje, a Rússia é o maior produtor e consumidor.
Seu uso na culinária internacional é amplo, tanto na forma de grãos descascados quanto como farinha. Após lavado, o grão inteiro pode ser cozido da mesma forma que o arroz e consumido puro, em saladas ou como mingau, com frutas.
Triturado, é usado em sobremesas que vão ao forno e em tortas e biscoitos. Essa farinha, entretanto, não pode ser usada sozinha para fabricar pães, pois não contém glúten --pelo mesmo motivo, está liberada para portadores de doença celíaca.
Com ela, é produzida uma massa chamada "soba", consumida no Japão há mais tempo do que o macarrão de trigo comum. Geralmente servido frio, acompanhado de legumes e ervas, chega à mesa com um molho à base de shoyu e peixe seco.
Voltando ao início, o trigo sarraceno também se assemelha aos cereais verdadeiros em termos nutricionais. Assim como o trigo e a cevada, tem flavonóides, que são antioxidantes. "Eles diminuem o enrijecimento das artérias e ajudam a elevar o colesterol HDL (o "bom") e a abaixar o LDL (o "mau")", afirma Marcos Knobel, presidente do Comitê do Selo de Aprovação da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) e coordenador da unidade coronária do Hospital Albert Einstein. "Por outro lado, sua utilização é dificultada pela falta de hábito do brasileiro."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u386622.shtml